Notícias Bimensais de Projeto

​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​Press release # 15​ (18.abril.2018)​

A Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central (CIMAC) promoveu no passado dia 10 de abril, na sede da CIMAC, em Évora, o workshop técnico de ‘Apresentação final do Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas do Alentejo Central’ (PIAAC-AC).
Esta sessão teve como mote central a apresentação das principais medidas e opções inscritas no PIAAC-AC. Adicionalmente, foram também abordadas as linhas fundamentais do modelo de comunicação institucional definido para a fase seguinte de divulgação do Plano; uma partilha de experiências relativa a outras estratégias e planos municipais de adaptação às alterações climáticas; e, ainda, uma visão integrada do processo de adaptação às alterações climáticas, integrado nas políticas públicas de ambiente através da intervenção da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).
A iniciativa, que envolveu um total de aproximadamente 40 participantes, contou com a presença dos eleitos e técnicos que colaboraram e acompanharam o desenvolvimento do Plano durante o último ano, em representação dos 14 municípios do Alentejo Central, bem como alguns dos atores estratégicos regionais envolvidos no mesmo, como a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDR Alentejo) e o Comando Distrital de Operações de Socorro de Évora (CDOS de Évora), para além de responsáveis e da equipa técnica da CIMAC e do conjunto de especialistas responsáveis pela elaboração do PIAAC-AC. 
Estão, deste modo, lançados os alicerces para que o território do Alentejo Central seja, cada vez mais, uma região preparada para responder aos desafios das alterações climáticas, consolidando um caminho adaptativo suportado nos princípios da sustentabilidade, equidade e coesão territorial. Para tal, foi distribuído a todos os presentes o “Manual de Integração das Opções de Adaptação nos Instrumentos de Gestão Territorial.


Press release # 14​ (02.março.2018)​

A Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central (CIMAC) recebeu, no início do mês de fevereiro, o relatório da fase 3 do ‘Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas do Alentejo Central’ (PIAAC-AC), no qual se apresenta uma proposta integrada de 61 medidas de adaptação a implementar no território, quer a nível intermunicipal, quer à escala concelhia.
O relatório entregue, que sistematiza igualmente os resultados das primeiras duas fases metodológicas de elaboração do Plano - projeção da cenarização climática para o Alentejo Central e identificação das suas vulnerabilidades atuais e futuras –, detalha o conjunto das medidas propostas em função dos oito setores de atividade abordados: treze no contexto da ‘agricultura e florestas’, nove relativas à ‘biodiversidade’, seis destinadas à ‘economia’ (indústria, comércio e serviços), nove no espectro da ‘energia e segurança energética’, oito na área dos ‘recursos hídricos’, sete visando a ‘saúde humana’, seis no âmbito da ‘segurança de pessoas e bens’ e três para ‘transportes e comunicações’.
Desta forma e tendo em conta o quadro estratégico e operacional desenhado no PIAAC-AC, este assume-se como um instrumento fundamental para a concretização objetiva, no Alentejo Central, das estratégias europeia e nacional de adaptação às alterações climáticas, criando condições ímpares para a sua implementação à escala intermunicipal e local. 
Concluída a terceira fase, iniciar-se-á agora a última etapa de trabalho com a consolidação da integração das medidas propostas nos instrumentos de gestão territorial e definição dos modelos de governo, monitorização, avaliação e comunicação que serão adotados pela CIMAC no âmbito da adaptação às alterações climáticas após a conclusão do Plano.


Press release # 13​ (10.janeiro.2018)​

O ‘Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas do Alentejo Central’ (PIAAC-AC), promovido pela CIMAC, encontra-se no final da sua terceira e penúltima fase de desenvolvimento, estando em curso a definição das medidas e correspondentes linhas de ação que modelarão o quadro estratégico e operacional de intervenção a implementar, a prazo, no Alentejo Central.
Nesse contexto, decorreu dia 10 de janeiro em Évora, na sede da CIMAC, um workshop destinado especificamente a um vasto conjunto de atores estratégicos regionais - stakeholders do PIAAC-AC - o qual visou a apresentação e reflexão sobre a arquitetura estratégica do Plano e correspondentes opções de adaptação setoriais já identificadas.
Ao longo deste dia estiveram presentes, para além dos especialistas da equipa técnica e da própria CIMAC, 64 participantes externos, em representação de 21 entidades públicas e privadas da região, assim como 13 Câmaras Municipais associadas desta CIM.
Os contributos destes atores estratégicos regionais, nesta fase particularmente decisiva do trabalho, foram fundamentais para que o PIAAC-AC, a nível setorial e territorial, possa agora vir a responder adequada e operacionalmente às vulnerabilidades climáticas futuras assinaladas a partir da cenarização climática projetada até 2100, assim como incluir orientações, medidas e ações de adaptação que sejam aderentes às mais prementes e estratégicas necessidades e aspirações – ao nível das instituições e das pessoas – do Alentejo Central.



Press release # 12​ (07.dezembro.2017)​

O ‘Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas do Alentejo Central’ (PIAAC-AC), promovido pela CIMAC, encontra-se na sua terceira e penúltima fase de desenvolvimento, estando neste momento em curso a definição das medidas e correspondente tipologia de ações de adaptação que modelarão o quadro estratégico e operacional de intervenção a implementar no território do Alentejo Central.
Neste contexto, decorreu no passado dia 5 de dezembro, na sala de conferências da CIMAC, o terceiro workshop destinado aos técnicos dos 14 Municípios da CIM – designado ‘Apresentação e definição de medidas e opções de adaptação’ - visando a reflexão participada e a recolha de contributos sobre as propostas setoriais iniciais elaboradas e apresentadas pela equipa do Plano. Ao longo da sessão de trabalho estiveram presentes mais de 40 participantes, onde se incluem, para além de todos os especialistas e técnicos da equipa do Plano, os técnicos da CIMAC, das Câmaras Municipais e de entidades públicas regionais, como o CDOS de Évora e a CCDR Alentejo.
A metodologia de concretização do PIAAC-AC assenta, igualmente, em iniciativas de envolvimento e auscultação de entidades nacionais, regionais e subregionais de referência. O contributo destes atores estratégicos setoriais é fundamental não só para que o Plano responda, realística e operacionalmente, às vulnerabilidades climáticas que se projetam para o futuro do território intermunicipal, como para que sejam mais corretamente identificadas as opções e as prioridades de adaptação do Alentejo Central às alterações climáticas. Para tal, encontra-se desde já agendado para o próximo dia 10 de janeiro um workshop especificamente destinado à participação destes mesmos stakeholders setoriais do Plano.



Press release # 11​ (06.novembro.2017)​

O 'Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas do Alentejo Central' (PIAAC-AC), promovido pela CIMAC, encontra-se na sua terceira e penúltima fase de desenvolvimento, estando neste momento em curso a definição das medidas e correspondente tipologia de ações de adaptação que modelarão o quadro estratégico e operacional de intervenção a implementar no território.

A metodologia de concretização do PIAAC-AC assenta em quatro fases-chave de trabalho, complementadas por iniciativas de envolvimento e auscultação de entidades nacionais, regionais e subregionais de referência. O contributo destes atores estratégicos setoriais é fundamental não só para que o Plano responda, realística e operacionalmente, às vulnerabilidades climáticas que se projetam para o futuro do território intermunicipal, como para que sejam mais corretamente identificadas as opções e as prioridades de adaptação do Alentejo Central às alterações climáticas.

Presentemente, as equipas da CIMAC e do Plano encontram-se a realizar uma série de reuniões setoriais com estes stakeholders, visando, no essencial, um breve enquadramento relativo ao trabalho em curso e uma análise e reflexão conjuntas sobre as propostas setoriais preliminares relativas às opções de adaptação apresentadas pela equipa técnica do PIAAC-AC.

O envolvimento destas entidades e personalidades na consecução deste Plano será decisivo para o enriquecimento, concretização e consolidação a prazo de uma política sustentável e responsável de desenvolvimento territorial, promovida ativa e continuamente pela CIMAC.​



Press release # 10​ (13.outubro.2017)​

​​A Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central (CIMAC) recebeu, dia 12 de outubro, o relatório da fase 2 do 'Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas do Alentejo Central' (PIAAC-AC), o qual recaiu sobre o estudo e avaliação dos impactos e vulnerabilidades atuais e futuras do território.

Este relatório, que sistematiza os resultados das duas primeiras fases metodológicas do Plano – 'Caracterização e diagnóstico de vulnerabilidades atuais'; e 'Identificação e avaliação de vulnerabilidades futuras' – apresenta em síntese os seguintes conteúdos:

  1. Clarificação e identificação dos objetivos a alcançar com a elaboração do PIAAC-AC e sua relação com outros instrumentos de planeamento de âmbito (inter)municipal;

  2. Definição da estrutura do Plano e dos respetivos conteúdos, tendo como referência os planos e estratégias de adaptação às alterações climáticas já desenvolvidos ou em curso em Portugal, assim como exemplos internacionais;

  3. Contextualização e análise das principais caraterísticas do clima nacional, regional e subregional e sua evolução recente, realçando-se os principais fatores de análise da vulnerabilidade atual do território;

  4. Cenarização climática, contextualizando a subregião nos cenários climáticos de médio e longo prazos, segundo os cenários RCP 4.5 e RCP 8.5;

  5. Identificação dos impactos climáticos e das vulnerabilidades atuais a nível setorial; e,

  6. Identificação e avaliação dos impactos e vulnerabilidades futuras em termos setoriais, estabelecendo uma hierarquização das prioridades de adaptação.

Com a entrega deste relatório, seguir-se-á agora a sua análise, reflexão e avaliação pelos responsáveis e equipa técnica da CIMAC, tendo em vista a sua distribuição pelos técnicos dos 14 Municípios associados que têm vindo a acompanhar a elaboração do Plano.



Press release # 9​ (28.setembro.2017)​

No passado dia 21 de setembro, realizou-se, na sede da CIMAC em Évora, o segundo workshop técnico do PIAAC-AC, no qual foram apresentados aos técnicos municipais das 14 autarquias que compõem a Comunidade Intermunicipal os resultados do relatório da fase 1 - 'Caracterização e diagnóstico de vulnerabilidades atuais do Alentejo Central' - através da devolução e reflexão sobre o trabalho realizado pela equipa de especialistas do consórcio CEDRU-IGOT-WE CONSULTANTS. Complementarmente à contextualização e cenarização climáticas e à identificação de impactos e avaliação de vulnerabilidades atuais e futuras, abordaram-se igualmente, de forma prospetiva face ao trabalho a realizar, a identificação e avaliação das opções e medidas de adaptação e as temáticas setoriais da saúde humana e dos recursos hídricos na adaptação às alterações climáticas.

Neste workshop foi também entregue o manual 2 – 'Identificação e avaliação de opções de adaptação', sendo parte integrante dos materiais de apoio preparados especificamente para desenvolvimento do PIAAC-AC. De forma a atingir os objetivos acima identificados, o manual introduz uma série de novos conceitos-chave sobre a temática da adaptação, reforçando os conceitos iniciais já disseminados nos manuais anteriormente entregues 'Programa Formativo e Guia Metodológico' e 'Identificação de Vulnerabilidades Climáticas Atuais e Futuras'.

No seguimento deste momento de capacitação no qual participaram muito ativamente os técnicos municipais presentes, começarão a ser delineadas as medidas e opções de adaptação que, a prazo, poderão vir a ser implementadas no Alentejo Central, de modo a apresentar as mesmas para análise e discussão num próximo workshop técnico já agendado para o início de dezembro.​



Press release # 8​ (15.setembro.2017)​

No dia 12 de setembro foi apresentado ao Conselho Intermunicipal da CIMAC, pelo consórcio CEDRU – IGOT – WE CONSULTANTS, o ponto de situação referente à elaboração do Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas do Alentejo Central (PIAAC-AC), no seguimento da entrega à CIMAC, pela equipa do Plano, do relatório correspondente à fase 1 do programa de trabalhos, intitulado 'Caracterização e diagnóstico de vulnerabilidades atuais do Alentejo Central'.

Este relatório contempla quatro etapas metodológicas: (i) definição de âmbito; (ii) contextualização climática; (iii) cenarização climática; e, (iv) identificação de impactos e avaliação de vulnerabilidades atuais, vertendo-se no mesmo a análise setorial realizada pelo conjunto de especialistas envolvidos na elaboração do Plano e tendo por base o processo parametrizado de recolha de informação e de identificação dos impactos climáticos atuais - com recurso ao 'Perfil de Impactos Climáticos' (PIC), aplicado pelos técnicos dos 14 municípios da CIMAC.

A apresentação junto do Conselho Intermunicipal teve enfoque no capítulo da contextualização e cenarização climáticas, nomeadamente na abordagem às características atuais e projeções futuras - até ao horizonte de 2100 - do clima sub-regional do Alentejo Central. Neste âmbito, projeta-se um aumento da temperatura média anual entre 1,5ºC e 2,2ºC; um aumento das temperaturas máxima e mínima médias anuais entre 1,6ºC e 2,3ºC e 1,4ºC e 2,0ºC, respetivamente; e ainda, por exemplo, um aumento, entre 7 a 12 dias por ano, do número de dias com ondas de calor. A esta contextualização climática sucedeu a apresentação dos principais impactos potenciais das alterações climáticas em setores-chave do Alentejo Central como são a agricultura, a saúde humana e os recursos hídricos.



Press release # 7​ (26.julho.2017)​

No dia 19 de julho, como previsto, a Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central (CIMAC) recebeu do consórcio CEDRU – IGOT – WE CONSULTANTS o relatório da fase 1 sobre a ‘caracterização e diagnóstico prospectivo das vulnerabilidades atuais do Alentejo Central’ referente à elaboração do Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas do Alentejo Central (PIAAC-AC).
O relatório começa por contemplar um trabalho de caracterização e cenarização climáticas projetado até 2100, apontando, de seguida, os principais impactos e vulnerabilidades atuais do território, analisados sectorialmente pelo conjunto de especialistas envolvidos no Plano e tendo por base o trabalho - exaustivo e indispensável – realizado pelos técnicos das 14 autarquias associadas da CIMAC, designadamente os envolvidos no acompanhamento do processo parametrizado de recolha de informação e de identificação dos impactos climáticos atuais nos seus municípios através do ‘Perfil de Impactos Climáticos’ (PIC).
Concluído e entregue este primeiro relatório, desenvolver-se-á agora a fase relativa à identificação e avaliação de vulnerabilidades futuras do Alentejo Central, na qual, para além do trabalho sobre projeção de impactos futuros, abordar-se-á desde logo a hierarquização das opções de adaptação inicialmente propostas para o PIAAC-AC.
É deste modo que o PIAAC-AC começa a desenhar-se como um instrumento fundamental para preparar a comunidade do Alentejo Central, nomeadamente os cidadãos e os seus atores estratégicos, públicos e privados, para o caminho adaptativo que agora se inicia, estimulando processos de adaptação à variabilidade climática de curto prazo e aos eventos extremos, com o objetivo de, a médio e longo prazos, reduzir a vulnerabilidade e aumentar a resiliência desta sub-região às alterações climáticas.



Press release # 6​ (05.julho.2017)​

A Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central (CIMAC) receberá, do consórcio CEDRU – IGOT – WE CONSULTANTS e até ao próximo dia 19 de julho, o relatório da fase 1 do ‘Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas do Alentejo Central’ (PIAAC-AC), o qual incidirá sobre a caracterização e diagnóstico prospetivo das vulnerabilidades atuais do território.
Este relatório decorre de um trabalho de contextualização e cenarização climáticas, versando a importância do clima e o impacto potencial das alterações climáticas no Alentejo Central. Evidenciará sobretudo, e como pano de fundo, os resultados iniciais do trabalho desenvolvido pela equipa do Plano, quer por via de análise das características do clima desta subregião e sua evolução recente, quer apresentando desde logo projeções futuras espacializadas até ao horizonte 2100, com enfoque, nesta fase, nos traços mais relevantes dos impactos e vulnerabilidades que modelam a capacidade adaptativa regional do Alentejo Central.
Esta abordagem terá ainda em consideração todas as dimensões setoriais relevantes para o território enunciadas na ‘Estratégia Nacional de Adaptação às Alterações Climáticas 2020’ (ENAAC 2020): agricultura e florestas; biodiversidade; economia (indústria, turismo e serviços); energia e segurança energética; saúde humana; segurança de pessoas e bens; e, transportes e comunicações, conferindo, igualmente, especial atenção aos recursos hídricos e ao ordenamento do território enquanto domínios transversais do Plano.
Com a entrega deste relatório, seguir-se-á a análise e reflexão do mesmo pelos responsáveis e equipa técnica da CIMAC, tendo em vista a sua apresentação e discussão com os 14 Municípios do Alentejo Central aquando da realização do segundo workshop técnico do PIAAC-AC, previsto para a segunda quinzena de setembro e subordinado às temáticas ‘Vulnerabilidades atuais e futuras a nível intermunicipal’ e ‘Capacitação técnica sobre opções e medidas de adaptação’.


Press release # 5​ (19.junho.2017)​

O ‘Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas do Alentejo Central’ (PIAAC-AC), promovido pela CIMAC, encontra-se neste momento - tendo em vista a produção do relatório sobre a caracterização e diagnóstico prospetivo das vulnerabilidades atuais do Alentejo Central – em fase de conclusão do trabalho de contextualização e cenarização climática, relativo à análise das características do clima subregional do Alentejo Central e a sua evolução recente, com destaque para os traços mais relevantes das vulnerabilidades atuais que este território evidencia.
A metodologia adotada para esta fase específica do Plano baseia-se na identificação dos elementos e parâmetros climáticos que permitirão definir as ‘Unidades de Resposta Climática Homogénea’ (URCH) – designadas simplificadamente por climatopos – para o Alentejo Central, explicitando-se a sua distribuição geográfica ao nível dos concelhos que constituem esta CIM. Estes climatopos traduzem a diversidade de climas locais de uma região, agregando, do ponto de vista físico, áreas homogéneas que apresentam condições semelhantes de topografia, exposição e ventilação natural, as quais, dependendo da diversidade dos tipos de uso e ocupação do solo, interagem de modo particular com a camada limite da atmosfera e, consequentemente, têm impactos expectáveis diferenciados sobre o território.
Este trabalho de cenarização, essencial para todo o trabalho subsequente do Plano, orienta-se em função de três grupos-chave de variáveis do clima: (i) variáveis térmicas, relacionadas com a temperatura; (ii) variáveis pluviométricas, decorrentes da pluviosidade/chuva; e, (iii) variáveis anemométricas, ligadas ao vento. O período de projeção para o clima do Alentejo Central compreende dois períodos até ao final do século: 2041-2070 e 2071-2100, tendo como fonte principal de modelação os dados regionais e globais disponibilizados a nível nacional e internacional, quer pelo ‘Portal do Clima’ quer por via do ‘Euro-Cordex’.
As atividades de planeamento e desenvolvimento do território - como aquelas que a CIMAC promove - têm nestas ferramentas científicas uma base suficientemente consolidada que, apesar do elevado grau de incerteza associado, permite apoiar de forma decisiva os decisores e agentes públicos e privados a melhor conhecer, mitigar e adaptar o território aos impactes crescentes das alterações climáticas.



Press release # 4​ (22.maio.2017)​

O ‘Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas do Alentejo Central’ (PIAACAC), promovido pela CIMAC e que envolve a participação direta dos 14 Municípios do Alentejo
Central, é um instrumento fundamental para preparar a CIMAC, bem como os seus atores estratégicos públicos e privados para o caminho adaptativo que é necessário iniciar, começando pela adaptação à variabilidade climática de curto prazo e aos eventos extremos, com vista a reduzir a vulnerabilidade do território às mudanças climáticas que se projetam a longo prazo.
Os Municípios associados da CIMAC encontramse, neste momento, a concluir a recolha de informação relativa aos impactos climáticos mais relevantes registados em cada concelho nestes últimos 15 anos (desde 2000), sobretudo quanto aos eventos extremos que maiores consequências, materiais e humanas, tiveram no Alentejo Central. A este propósito, a equipa técnica que está a elaborar o PIAACAC, com supervisão da CIMAC, reuniu entre 8 e 19 de maio com os responsáveis políticos e técnicos de cada uma das 14 Câmaras Municipais, de modo a consolidar a abordagem de levantamento relativa a estes mesmos impactes climáticos e a dinamizar, desde já, a próxima fase de trabalho relativa à identificação e avaliação das vulnerabilidades atuais do território.
O desenvolvimento da investigação sobre as alterações climáticas no Alentejo Central e a promoção da inovação no caminho da adaptação pela recolha, produção, sistematização e avaliação de informação relevante proveniente do trabalho da CIMAC e dos Municípios possibilitará a realização de análises setoriais e espacializadas, ilustrativas da capacidade adaptativa em áreas chave
do desenvolvimento desta região, como sejam o ordenamento do território, os recursos hídricos, a agricultura e florestas, a biodiversidade, a indústria, a saúde humana ou a segurança de pessoas e bens, entre outras.
Em julho será apresentado à CIMAC o relatório sobre a caracterização e diagnóstico prospetivo das vulnerabilidades atuais do Alentejo Central, ponto chave para se começarem a delinear as opções e medidas de adaptação que, a prazo, poderão começar a ser implementadas de forma a tornar o Alentejo Central um território mais resiliente e sustentável, devidamente adaptado às alterações climáticas que já hoje são uma realidade e que se perspetivam para o Futuro.



Press release # 3 (02.maio.2017)​

Está a decorrer, desde o passado dia 2 de março, o ‘Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas do Alentejo Central’ (PIAAC-AC), promovido pela CIMAC e que envolve a participação direta dos 14 Municípios do Alentejo Central. 
O primeiro workshop de trabalho técnico decorreu no dia 3 de abril, logo após o seminário de apresentação do Plano, tendo visado a capacitação dos técnicos intermunicipais da CIMAC e dos Municípios associados no âmbito da metodologia de elaboração do próprio PIAAC-AC: denominada ‘ADAM – Apoio à Decisão em Adaptação (Inter)Municipal’. 
Este workshop teve como objetivos principais uma primeira introdução técnico-científica ao processo de adaptação local às alterações climáticas, feita pela Professora Catedrática Maria João Alcoforado, do Instituto de Geografia e Ordenamento do Território (IGOT), e as apresentações do programa formativo e do guia metodológico, a cargo do Eng.º João Tiago Carapau, da WE CONSULTANTS. Nesse seguimento, o manual para identificação e avaliação de vulnerabilidades atuais e futuras do PIAAC-AC foi apresentado pelo Dr. João Telha, do CEDRU. Complementarmente, foi ainda estabelecido com a equipa da CIMAC e com os técnicos dos Municípios presentes o processo de recolha de informação relativa aos impactos climáticos mais relevantes, passados e atuais, registados em todo o território do Alentejo Central.
Conforme estabelecido, os Municípios associados da CIMAC encontram-se atualmente a recolher a informação acima mencionada, utilizando para o efeito uma ferramenta - o ‘Perfil de Impactos Climáticos’ (PIC) - especificamente produzida para este efeito pela equipa responsável pela elaboração do Plano. Este instrumento metodológico permitirá identificar as áreas de cada Município mais fortemente afetadas por eventos climáticos nos últimos anos, assim como caracterizar e cartografar com maior detalhe os diferentes impactos decorrentes dos mesmos.
Perspetiva-se que esta fase de trabalho esteja concluída até ao próximo dia 12 de maio, sendo que, para tal, encontra-se já agendada uma ronda de reuniões e de trabalho técnico direto em cada um dos 14 Municípios, na qual a equipa do Plano, entre 8 e 12 de maio, irá reunir, um a um, com todos os municípios do Alentejo Central, por forma a validar a informação recolhida com os eleitos e técnicos afetos ao acompanhamento do PIAAC-AC.


​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​Press release # 2​ (06.abril.2017)​


Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas do Alentejo Central

Decorreu no passado dia 3 de abril, na Universidade de Évora – Colégio do Espírito Santo, o seminário de ‘Lançamento e Apresentação do Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas do Alentejo Central (PIAAC-AC)’ promovido pela CIMAC. Este evento, que contou com a presença de responsáveis da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDR Alentejo), reuniu, para além de responsáveis e técnicos da própria CIMAC e da equipa do consórcio que se encontra a desenvolver o PIAAC-AC, vários representantes políticos e técnicos dos Municípios do Alentejo Central, assim como diversos atores estratégicos regionais (stakeholders locais) das áreas do planeamento, ambiente, proteção civil, segurança pública, saúde, educação, entre outras.
O PIAAC-AC tem como objetivo conhecer melhor o fenómeno das alterações climáticas a nível local e subregional e, ao mesmo tempo, identificar as ações necessárias para sustentar o processo de adaptação das populações, entidades e serviços públicos em cenários de alterações climáticas e fenómenos climáticos extremos. Pretende igualmente promover a integração da adaptação às alterações climáticas no planeamento intermunicipal e municipal e a criação de uma cultura de cooperação na adaptação transversal aos vários setores e atores estratégicos regionais, reforçando a prazo a resiliência territorial do Alentejo Central.
No seguimento do seminário inicial deste Plano, realizou-se também na sala de conferências da CIMAC, no mesmo dia, o primeiro workshop de capacitação dos técnicos intermunicipais da CIMAC e dos 14 Municípios do Alentejo Central, no âmbito da metodologia de elaboração do PIAAC-AC – denominada ‘ADAM – Apoio à Decisão em Adaptação Municipal’. 
Este workshop teve como motes principais uma introdução técnico-científica ao processo de adaptação local às alterações climáticas e as apresentações quer do programa formativo e do guia metodológico, quer do manual para identificação de vulnerabilidades atuais e futuras do PIAAC-AC. Complementarmente, foram abordados, com a equipa da CIMAC e com os técnicos dos Municípios presentes, os próximos passos relativos ao processo de recolha de informação e identificação dos impactos climáticos atuais, a realizar em todo o território do Alentejo Central através da utilização de uma ferramenta específica de trabalho – o ‘Perfil de Impactos Climáticos’ (PIC) – já testada anteriormente com sucesso e a ser agora aplicada no âmbito do PIAAC-AC.



Press release # 1 (17.março.2017)

A adaptação às alterações climáticas é, hoje em dia, um tema incontornável na vida de todos nós. No quadro da estratégia 'Europa 2020', trata-se de uma prioridade política e técnica da União Europeia, implicando atuações diferenciadas face às realidades e especifidades de cada Estado-membro. Portugal, que conta com uma 'Estratégia Nacional de Adaptação às Alterações Climáticas – ENAAC 2020', assumiu neste âmbito três objetivos-chave a prazo: aumentar o nível de conhecimento sobre as alterações climáticas; preparar e implementar medidas de adaptação; e, promover a integração da adaptação em políticas territoriais e setoriais.

O Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (PO SEUR), inscrito no quadro de financiamento público Portugal 2020, inclui no seu eixo prioritário 2 - 'Promover a adaptação às alterações climáticas e a prevenção e gestão de riscos' a possibilidade de concretização de estratégias e planos que visam reforçar a capacidade nacional, regional, subregional e municipal de adaptação às alterações climáticas, tendo em conta as vulnerabilidades atuais e futuras e os riscos que o território português enfrenta.

Neste contexto, a Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central (CIMAC) iniciou no passado dia 2 de março o processo de elaboração do 'Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas do Alentejo Central' (PIAAC-AC). Este Plano tem como principais objetivos dar a conhecer, de forma mais aprofundada, o fenómeno das alterações climáticas nesta subregião do Alentejo, ao mesmo tempo que permitirá identificar as opções e medidas necessárias para a adaptação das populações, dos métodos e práticas setoriais, das infraestruturas e equipamentos, e do próprio funcionamento de entidades públicas e privadas aos cenários futuros de alterações e fenómenos climáticos extremos. O PIAAC-AC deverá ainda promover a integração da adaptação às alterações climáticas no planeamento intermunicipal e municipal, criando uma cultura de cooperação transversal entre os diferentes setores e atores socioeconómicos do Alentejo Central. A elaboração do Plano decorrerá durante um ano, até a​bril de 2018, envolvendo os 14 Municípios associados da CIMAC e estando a cargo de uma equipa de consultores do consórcio CEDRU – IGOT – WE CONSULTANTS, em estreita articulação com a estrutura técnica da própria CIMAC.

No próximo dia 3 de abril, decorrerá na Universidade de Évora – Colégio do Espírito Santo, o seminário de 'Lançamento e Apresentação do PIAAC-AC'. Este evento contará com a presença de responsáveis da Autoridade de Gestão do PO SEUR, da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDR Alentejo), para além dos representantes políticos e técnicos de todos os Municípios do Alentejo Central.​

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