As nossas APPS

A CIMAC - Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central é uma pessoa coletiva de direito público de natureza associativa e âmbito territorial e visa a realização de interesses comuns aos municípios que a integram, regendo-se pela Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, sendo composta pelos Municípios de Alandroal, Arraiolos, Borba, Estremoz, Évora, Montemor-o-Novo, Mora, Mourão, Portel, Redondo, Reguengos de Monsaraz, Vendas Novas, Viana do Alentejo e Vila Viçosa.

APPS CIMAC
Alandroal  



Município de Alandroal

Pertencente ao distrito de Évora, o Alandroal é um dos concelhos abrangidos pela Albufeira de Alqueva. O Concelho de Alandroal apresenta uma forte tradição agrícola e um importante património histórico. A Fortaleza de Juromenha, os Castelos de Terena e Alandroal, o Santuário Rupestre da Rocha da Mina ou a Capela da Boa Nova, são exemplos disso.
Arraiolos 

Município de Arraiolos

A vila de Arraiolos, foi em 1217 objeto de concessão pelo rei D. Afonso II, ao Bispo de Évora D. Soeiro e ao cabido da Sé da mesma cidade, recebeu em 1290 o 1º Foral, de D. Dinis, e o mesmo monarca mandou edificar o Castelo em 1305. Foi condado de D. Nuno Álvares Pereira e em 1511 teve Foral novo de D. Manuel.
Borba  

Município de Borba

Situada em pleno interior alentejano, no chamado coração da “Zona dos Mármores”, distrito de Évora, a cidade de Borba foi tomada aos Árabes em 1217, no reinado de D. Afonso II, pela Ordem Militar de Avis, e aqui se travou a Batalha de Montes Claros, que marcou a derrota dos castelhanos nas Guerras da Restauração.
Estemoz  

Município de Estremoz

Gozando de uma localização geográfica privilegiada, no cruzamento de dois dos principais eixos rodoviários do País (A6 e IP2) o Concelho de Estremoz integra a região da “Zona dos Mármores”, no extremo norte do Alentejo Central. Também os primeiros reis de Portugal se aperceberam desta posição estratégica e, para defesa do reino, mandaram erigir neste território três imponentes castelos – Estremoz, Evoramonte e Veiros – qualquer um deles em bom estado de conservação e de onde se pode desfrutar de magníficas panorâmicas sobre a paisagem envolvente.
Évora  

Município de Évora

Évora é herdeira de um rico e variado património cultural, construído e preservado ao longo do tempo. Fundada pelo povo romano e por este denominada Ebora Liberalitas Iulia, a cidade foi a praça-forte que alicerçou, no Alem-Tejo, a formação de um novo reino de Portugal durante a reconquista cristã, peninsular do século XII.
Após a consolidação das fronteiras com Castela, vários reis aqui fixaram a sua corte, particularmente no período das descobertas marítimas. O conjunto monumental que, em tempos áureos, legaram à cidade, em harmonia com o tecido urbano de cariz popular, estão na base da classificação do centro histórico de Évora como património mundial, pela UNESCO, em 1986.
Montemor-o-novo  

Município de Montemor-o-Novo

As primeiras referências escritas de Montemor-o-Novo datam de 1181. Em 1203 o Rei D. Sancho I concedeu-lhe o primeiro Foral. A vila conheceria o seu apogeu nos sécs. XV e XVI e em 1503 o Rei D. Manuel concedia-lhe o Foral de Leitura Nova. A 11 de Março de 1988, a vila de Montemor-o-Novo seria elevada à categoria de cidade.
O Castelo, as Grutas do Escoural, os Conventos, Ermidas e Igrejas são alguns dos muitos atrativos desta terra, que possui igualmente um património ambiental verdadeiramente fabuloso. Gastronomicamente, o Cação Alimado, os Miolos de Porco e o Ensopado de Borrego, são apenas algumas das suas iguarias, para lá da riquíssima Doçaria Conventual.
Mora  

Município de Mora

Mora fica a 110 km de Lisboa, 57 km de Évora, 22 km de Montargil e a cerca de 100 km de Badajoz. Os seus 443.5 km2, com 30.000 ha de área florestal, colocam-no como o Concelho com maior densidade florestal a sul do Tejo, e o quinto do País. As matas são constituídas fundamentalmente por povoamentos de sobro e azinho, à exceção da Mata Nacional de Cabeção, uma das maiores matas de pinheiro manso do Alentejo.
O Concelho está localizado na bacia hidrográfica do Tejo com uma área de regadio de 1600 ha. Terreno de elevações pouco acentuadas com montado de azinheira e sobro, olival, pinhal e áreas de regadio junto das principais linhas de água: ribeira do Raia e ribeira do Divor.
Mourão  

Município de Mourão

Datada do século XIII (1266), quando D. Dinis lhe confirmou a carta foral, a Vila Histórica de Mourão apresenta-se como um destino privilegiado. Caracteriza-se pela existência de vários motivos para a visitar, dos quais se destacam: a saborosa gastronomia e típica doçaria local, um vasto património enquadrado numa moldura paisagística referência no Alentejo, as inúmeras Igrejas e Ermidas e a forte componente religiosa da Vila.
A Vila dispõe de uma multiplicidade de espaços de Turismo Rural e Turismo de Habitação e de um vasto serviço de restauração.
Portel  

Município de Portel

imponente castelo fundado no século XIII, domina o branco casario da vila. Portel assume-se como “Capital do Montado” e porta de acesso ao maior lago artificial da Europa, formado pela barragem de Alqueva. Gastronomia rica e variada, as açordas, os queijos, os enchidos, o azeite e o mel são irresistíveis sabores que este concelho tem para lhe oferecer.
Portel espera por si!​
Redondo  

Município de Redondo

Redondo, vila onde a hospitalidade é tradição, situa-se no Alentejo Central a 35 Km da capital de distrito, Évora. Outrora agraciado por D. Dinis com a carta foralenga, no ano de 1318, Redondo assume-se hoje como paragem obrigatória imposta pela sua riqueza histórica, cultural e arquitetónica.
Tendo como envolvente a vasta planície alentejana e a beleza imponente da Serra D’Ossa, o concelho de Redondo partilha com os seus visitantes belas paisagens decoradas pelo montado alentejano e pelas vinhas a perder de vista. Já na vila, do Castelo ao Calvário e da Porta do Sol à Porta da Ravessa, Redondo recebe todos de braços abertos, fazendo do visitante um amigo a rever num futuro tão próximo quanto os laços que criamos.
Reguengos de Monsaraz  

Município de Reguengos de Monsaraz

O Concelho de Reguengos de Monsaraz está enquadrado na magnífica planície alentejana e no azul do Grande Lago Alqueva. É uma zona principalmente agrícola (cereais, olivais e vinha) e onde se podem encontrar numerosos monumentos arqueológicos, entre os quais mais de 150 monumentos megalíticos referenciados, como antas, menires e o Cromeleque do Xerez.
Quem visita o concelho vai sempre conhecer a vila medieval de Monsaraz, conquistada em 1167 aos muçulmanos por Geraldo Sem Pavor, admirada pela sua beleza e pela viagem ao passado que transmite a todas as pessoas.
Vendas Novas  

Município de Vendas Novas

Situada no Distrito de Évora, porta de entrada do Alentejo Central, está a bela cidade de Vendas Novas, onde alberga o Palácio Real de Vendas Novas, conhecido por Palácio das Passagens, mandado edificar pelo Rei D. João V, em 1728, está hoje instalada a Escola Prática de Artilharia, um dos pontos principais da cidade, assim como o Jardim Público, o Chafariz Real, a Capela Real do Palácio das Passagens, as Piscinas Municipais, o Auditório Municipal, são alguns pontos de interesse turístico.

Viana do Alentejo  

Município de Viana do Alentejo

Situado no limite sul do distrito de Évora, o Concelho de Viana do Alentejo é marcado em termos históricos pela dominação romana, que deixou dois importantes itinerários que ligavam Ebora a Pax-Julia (Beja) e a Salácia (Alcácer do Sal) e que cruzam o concelho em toda a sua extensão.
Do seu património destaque para o Santuário de N.ª Sr.ª D’Aires, o Castelo de Viana e a sua Igreja Matriz, a Igreja Matriz de Alcáçovas e a Fonte do Paço em Aguiar. A par da sua riqueza patrimonial, quem nos visita tem ainda a oportunidade de degustar a nossa gastronomia e doçaria e levar para casa artesanato característico – olaria e chocalhos.
Vila Vicosa  

Município de Vila Viçosa

O concelho de Vila Viçosa tem por limites, a Norte e a Nascente, o concelho de Elvas, a Sul o concelho de Alandroal, e a Poente, os concelhos de Redondo e Borba, tendo uma área aproximada de 195,0 Km², para uma população de 8 871 habitantes.
A história e o crescimento de Vila Viçosa são indissociáveis da Casa de Bragança. Na verdade, para compreender a “vila ducal” teremos sempre que nos apoiar em acontecimentos ligados à Casa de Bragança, sobretudo, a partir de 1501, quando se inicia a construção do Paço Ducal. Em Vila Viçosa, berço de personalidades ilustres, existe, igualmente, uma experiência única de grandes intervenções e operações de matriz urbanística.




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